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Anedotas e outras…

🤔 Perguntas que não fazem sentido (mas que a gente adora pensar)

  • Como se escreve zero em algarismos romanos?
  • Por que os Flintstones comemoravam o Natal se viviam antes de Cristo?
  • Por que nos filmes de batalha espacial há explosões barulhentas, se o som não se propaga no vácuo?
  • Se depois do banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?
  • Como sabemos que a carne de chester é de chester se ninguém nunca viu um chester?
  • Por que, quando aparece no computador a frase “Teclado não instalado”, pedem para apertar qualquer tecla?
  • Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?
  • Por que a palavra “Grande” é menor do que a palavra “Pequeno”?
  • Por que “Separado” se escreve tudo junto e “Tudo junto” se escreve separado?
  • Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
  • Por que as luas dos outros planetas têm nome, mas a nossa é chamada apenas de Lua?
  • Por que, quando ligamos para um número errado, nunca dá ocupado?
  • Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força quando a pilha está fraca?
  • O instituto que emite certificados de qualidade ISO 9002 tem qualidade certificada por quem?
  • Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram para acertá-lo?
  • Se a ciência desvenda os mistérios do DNA, por que ninguém descobriu a fórmula da Coca-Cola?
  • Como foi que colocaram a placa “É proibido pisar na grama” lá?
  • Por que, quando alguém pede ajuda para procurar algo perdido, sempre perguntamos: “Onde você perdeu?”
  • Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
  • Se o Pato Donald não usa calças, por que amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?

O Paulista e suas manias

🗣️ Na fala

  • Chama o semáforo de farol
  • Diz bolacha em vez de biscoito
  • Fala cara em vez de menino
  • Usa mina em vez de menina
  • Diz bexiga em vez de balão
  • Chama tudo de sorvete (picolé ou massa)
  • Acha que não tem sotaque nenhum
  • Ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino…)
  • Vê alguém mal vestido e chama de baiano
  • É possessivo: coloca “meu” em praticamente todas as frases

🌦️ No clima

  • Puxa assunto falando do tempo
  • Enfrenta sol, chuva, frio e calor no mesmo dia e acha normal
  • Sai agasalhado de manhã, tira tudo à tarde e veste de novo à noite
  • Tem mania de polir o carro no fim de semana… e sempre chove depois

🏖️ Na praia

  • Diz que vai para a praia, sem especificar qual
  • Passa temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo com chuva
  • Chama Ubatuba de Ubachuva
  • Fala mal da Praia Grande, mas na virada do ano acaba indo pra lá

🤪 Nas esquisitices

  • Faz fila para tudo: ônibus, mercado, banheiro, elevador…
  • Repara nas pessoas como se fossem de outro planeta
  • Cumprimenta vizinhos só com oi e tchau
  • Espera a semana inteira pelo fim de semana e não faz nada quando ele chega
  • Convida com o clássico: “Passa lá em casa”, mas nunca dá o endereço
  • Chama o povo do interior de caipira
  • Nas festas juninas, chama vinho quente de quentão
  • Pega o mesmo ônibus todo dia, no mesmo horário, e não cumprimenta ninguém
  • Acha que quem não é de SP sempre joga lixo no chão

Olho por olho….

O marido e a mulher não se falavam há uns três dias… Entretanto, o homem
se lembrou que, que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no
escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo.
Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
“Me acorde às 6 horas da manhã”.
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30.
O homem teve um ataque e pensou:
-Que meeeerdaaa! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela não me
acordou…
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava
escrito:
“…São seis horas, levanta!!!”


Aprenda a Dar uma Notícia Ruim

Era meio da madrugada quando o telefone tocou.
Nosso amigo levantou-se e atendeu:

— Alô, Seu Carlos?
— Aqui é o Arnaldo, caseiro do seu sítio.

— Pois não, Seu Arnaldo. O que aconteceu? Houve algum problema?
— Ah, eu só estou ligando para avisar que o seu papagaio morreu.

— Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
— É, ele mesmo.

— Puxa, que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas ele morreu de quê?
— De comer carne estragada.

— Carne estragada? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?
— Ninguém. Ele comeu a de um dos cavalos mortos.

— Cavalo morto? Que cavalo morto, Seu Arnaldo?
— Aqueles puro-sangue que o senhor tinha. Eles morreram de tanto puxar a carroça d’água.

— Está louco? Que carroça d’água?
— Para apagar o incêndio.

— Mas que incêndio, meu Deus?
— Na sua casa… uma vela caiu e pegou fogo na cortina.

— Caramba! Mas aí tem luz elétrica, que vela era essa?
— Do velório.

— QUE VELÓRIO, PORRA???!!!
— Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisar e eu dei um tiro nela pensando que fosse um ladrão.


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