Leveza para o Mês das Mães e do Trânsito Consciente
😄 Humor de Maio
Porque maio também merece sorrisos:
- “Maio Amarelo: atenção no trânsito. Inclusive para quem dirige só até a padaria.”
- “Dia das Mães: o único dia em que todo mundo lembra de perguntar onde está a toalha… antes de perder.”
- “Trabalhador em 1º de maio: descansando do trabalho… e já cansado só de pensar na segunda-feira.”
- “Família é tudo igual… mas a sua sempre tem aquele tio que chega no almoço de domingo com histórias novas e credibilidade zero.”
- “Dia Mundial Sem Tabaco: o único dia em que o cigarro também tira folga.”
🚽 Um dia de merda
Aeroporto Santos Dumont, 15h30.
Um pequeno mal-estar intestinal me acompanhava, mas nada que não pudesse esperar até o Galeão. Afinal, eram só 15 minutos de ônibus.
Entrei no ônibus sem banheiro e logo percebi que minha “gravidez fecal” estava em trabalho de parto. Disse ao amigo:
— Cara, mal posso esperar pra chegar no aeroporto porque preciso largar um barro.
Mas o alto-falante anunciou:
“Senhoras e senhores, nossa viagem levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.”
O urubu na cueca enlouqueceu. Suava em bicas, tentando segurar o inevitável.
💥 Primeira explosão
Bolhas estomacais deram um alívio temporário. Mas logo percebi: tinha acontecido. Um sólido e comprido, digno de exposição em bienal.
Olhei para meu amigo e confessei:
— Cara, caguei.
🌊 Segunda leva
Mal o ônibus se moveu, veio a pasta morna. Foi merda para todo lado: bunda, cueca, camisa, calça, meias, sapatos. E ainda mais uma onda líquida, ardente, seguida de peidos libertadores.
🧻 O drama do banheiro
Chegando ao Galeão, corri ao banheiro. Cinco boxes, nenhum com papel higiênico. Entrei no último, tirei a roupa e constatei: era o fundo do poço.
Meu amigo jogou apenas uma mala de mão com um pulôver de gola V. A mala com roupas limpas tinha sido despachada.
🧼 A invenção
Transformei a privada em máquina de lavar improvisada. Virei a calça do avesso, mergulhei na água e dei descarga até o grosso sair.
Saí do banheiro trajando calça molhada, sem meias, e apenas o pulôver. Caminhava, porém, com a dignidade de um lorde.
No avião, a aeromoça perguntou se eu precisava de algo. Pensei em pedir 120 toalhinhas perfumadas e uma gilete, mas respondi:
— Nada, obrigado. Só queria esquecer este dia de merda.
“texto de autoria não confirmada, atribuído a Verissimo”
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